Foi dada a largada para a quarta edição do programa Geração DUX. Nessa quinta-feira (11), os duxers da turma 2019 participaram do primeiro encontro do ano. O novo grupo é formado por 28 jovens com idade entre 20 e 32 anos. Neste ano, 19 organizações privadas, públicas e da sociedade civil estão representadas no programa, além de autônomos e empreendedores.

Durante a manhã os duxers participaram da integração inicial com a equipe de coordenação e tiveram a oportunidade de ouvir o relato de duxers de edições anteriores: Luisa Viegas Andrade, publicirária que hoje atua na Hardfun e participou da turma 2017, e  Luiz Henrique de Lima, da turma de 2018, atual presidente do Cebtro Cultural Marli Medeiros e dirigente do Centro de Educação Ambiental Vila Pinto.

Duxers conhecem experiências em negócios de impacto social

A programação da tarde foi dedicada ao painel sobre negócios de impacto social e contou  com a participação de parceiros da Fundação Gerações, gestores das organizações que participam desta edição do programa e duxers de outras turmas.

Três convidados compartilharam suas experiências dentro do ecossistema que busca: Daniel Izzo, co-fundador e CEO da Vox Capital, Guilherme Braga, CEO da Egalitê Recursos Humanos Especiais, e Vinicius Augustin Muller, sócio da Meu Copo Eco.

Negócios de impacto social são definidos como “empreendimentos que têm a missão explícita de gerar impacto socioambiental ao mesmo tempo em que produzem resultado financeiro positivo de forma sustentável” (Aliança Pelos Investimentos e Negócios de Impacto).

De acordo com o segundo Mapa de Negócios de impacto social lançado pela Pipe.social em 2019, que engloba a análise de 1.002 empreendimentos brasileiros, as principais áreas de negócios de impacto no país são de tecnologias verdes (46%), cidadania (43%) e educação (36%). A região Sudeste concentra 62% dos empreendimentos, seguidos da região Sul, com 14%. O estudo completo da Pipe.social possuiu 220 páginas de análises e pode ser acessado

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